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Financialweb News
| Pesquisa aponta que 13,8% das empresas enfrentam problemas com dados cadastrais do Sped |
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SIM>Consultas oferece a solução e afirma que há um percentual muito maior que o divulgado no estudo.
Terminado o prazo (30/09) para a entrega dos arquivos fiscais do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), especialistas estimam que 77% fizeram a transmissão até a última quarta-feira. Uma pesquisa realizada pelo administrador de empresas Roberto Dias Duarte, que é autor do livro “Big Brother Fiscal na Era do Conhecimento”, mostra que as principais dificuldades encontradas pelos empresários para adaptação ao programa estão na falta de informações e suporte para as dúvidas (16,5%), adequação do software de gestão (16,5%) e problemas com dados cadastrais (13,8%). O estudo envolveu 206 profissionais. Para Sérgio Di Pierro, da SIM Consultas, empresa que presta serviço nesta área, o problema com dados cadastrais é muito maior do que o percentual levantado nessa pesquisa, pois os empresários desconhecem as dificuldades e acreditam que as informações cadastrais estão corretas, pelo simples fato de conseguirem a validação da Escrituração Fiscal Digital (EFD). “Isso não é verdade, a validação é da estrutura dos dados e não do conteúdo”, alerta o profissional envolvido com esse trabalho diariamente. Para demonstrar esses problemas com os cadastros, a SIM Consultas realiza um pré-processamento em lotes de amostragem com dados reais das empresas interessadas, para que seja avaliada a qualidade dos cadastros antes da contratação dos serviços. “O resultado é muito interessante, empresas que garantiam não haver problemas em seus cadastros ficam surpresas com a quantidade de problemas cadastrais que relatamos”, explica Di Pierro. Ainda, segundo ele, os serviços oferecidos pela SIM são diferenciados de outros encontrados no mercado. O diferencial da empresa está na realização das correções, adaptando aos padrões do Sped. “Comparamos os dados obtidos nas consultas com os da base do cliente, apontando as irregularidades automaticamente, sem que a empresa contratante dos serviços tenha que fazer essa comparação”, conclui e acrescenta, “o fisco terá cinco anos para avaliar as informações enviadas, porém de uma forma mais objetiva e segura, eletronicamente, o que garantirá que tudo seja analisado”. A pesquisa promovida por Roberto Dias Duarte também aponta que 56% dos projetos consumiram até R$ 30 mil em recursos e 28% acusaram investimentos acima de R$ 100 mil. O estudo também revela que cerca de 8% dos participantes destinaram em média R$ 10 mil a treinamentos de pessoas que estão utilizando o programa. Cerca de 74% dos entrevistados também disseram que investiram até R$ 30 mil em consultoria. |












